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10/08/2013 - 13h41 - Atualizado em 10/08/2013 - 13h41
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Psicologia na Educação

  Para CUIDAR da Psicologia na Interface com a Educação Formal

O Brasil nas últimas décadas universalizou o acesso à Educação Básica. Atingimos um índice de quase 99% de matrículas de acordo com o último Censo Escolar, porém estamos distantes da qualidade necessária para a emancipação pelo conhecimento e de conseguirmos a permanência de nossas crianças e jovens no sistema educacional. Sabemos da importância do acesso ao conhecimento historicamente acumulado por homens e mulheres em nosso processo de humanização.Acrescente-se a isso a intensificação da patologização de processos eminentemente pedagógicos, atribuindo ao sujeito a culpa pelo fracasso de sua escolarização. 

Compreendemos que é função social da Psicologia contribuir, a partir dos seus saberes e técnicas, para o cumprimento do direito subjetivo à Educação com qualidade, que toda pessoa humana tem.

O campo de conhecimento da Psicologia engloba, entre outras coisas, os processos cognitivos, como apreendemos o universo que nos cerca. Nossos conhecimentos sobre processos grupais, relações de poder, planejamento e gestão A partir destes e de outros conhecimentos específicos compreendemos que a Psicologia tem muito a contribuir com a maior política pública do país de diferentes maneiras. 

Nossas propostas:

* Ampliar a gestão junto ao Legislativo, a fim de que seja aprovado o Projeto de Lei que institui a presença de psicólogas(os) e assistentes sociais na política de Educação;

* Intensificar a divulgação das orientações para a intervenção das(os) psicólogas(os) nas equipes gestoras das Secretarias de Educação e nas instituições escolares;

* Promover a inserção de psicólogas(os) nas equipes educativas das Secretarias de Educação dos municípios e dos estados, bem como nas instituições escolares;

* Ampliar o debate com os profissionais da Saúde sobre as avaliações de crianças e jovens, a fim de garantir a qualidade e a finalidade das avaliações psicológicas, que devem se comprometer com os princípios da inclusão e da promoção do desenvolvimento e da aprendizagem;

* Promover, junto ao MEC, a inserção dos temas da Psicologia afetos à Educação nos cursos de formação continuada das profissionais de Educação;

* Incentivar, junto ao MEC, pesquisas e orientações que contribuam com a redução da violência praticada na e pela escola a partir dos conhecimentos psicológicos;

* Promover, junto às entidades da Psicologia que trabalham com a avaliação, o debate sobre os sentidos, as características e as finalidades da avaliação psicológica no contexto educacional, diferenciando-a das avaliações realizadas no contexto da Saúde.



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