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Cuidar da Profissão
 

Sem Democracia e Igualdade,

Nenhuma PAZ é possível!


proposta
23/07/2013 - 19h14 - Atualizado em 12/08/2013 - 08h15
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Vulnerabilidades de Crianças e Adolescentes

 Para CUIDAR das Vulnerabilidades de Crianças e Adolescentes 

O debate contemporâneo em torno da infância e adolescência tem se revestido de crescente ansiedade, pânico moral e ambiguidade. Ao mesmo tempo em que são reconhecidos como sujeito de direitos, crianças e adolescentes têm sido submetidas(os) a uma intensa e generalizada medicalização, seja para corrigir problemas de adaptação escolar e familiar, seja para prevenir supostos riscos de se tornarem delinquentes, inseguras(os), mal sucedidas(os) ou obesas(os).

Da mesma forma, embora se afirme que tenham direito à convivência familiar e comunitária, tem sido voz corrente dizer que o lugar mais perigoso para eles são suas próprias famílias, sendo importante ensinar-lhes sobre direitos para que possam denunciar as(os) seus familiares. Além disso, em nome do direito de se expressar e ter seus pontos de vista levados em consideração, crianças muito pequenas têm sido convocadas a deporem em processos judiciais como vítimas ou testemunhas de crimes, não importando a pouca idade, a compreensão que tenham do processo no qual se encontram envolvidas e o impacto que tais depoimentos tenham em suas vidas. Trata-se, aqui, nesses exemplos, de pensar a tensão colocada pelo entendimento da criança como pessoa em desenvolvimento, requerendo cuidado e proteção, e como sujeito de direitos, buscando afirmação e autonomia - não sendo ético colocá-la prematuramente em situações de responsabilidade que possam lhe causar danos.

No entanto, concomitantemente aos problemas acima mencionados, trazidos por transformações mais recentes, persistem situações históricas de pobreza e desigualdades sociais - como o trabalho infantil, o assassinato de jovens negras(os) e pobres, a violência e os maus-tratos no sistema socioeducativo, o pouco acesso às políticas sociais de qualidade e os preconceitos e discriminações contra as populações indígenas e povos tradicionais – impondo a todos nós o dever ético-político de entender o caráter problemático e injusto dessas práticas.

SEM DEMOCRACIA E IGUALDADE, NENHUMA PAZ É POSSÍVEL!



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