Cuidar da Profissão -

Cuidar da Profissão
 

Sem Democracia e Igualdade,

Nenhuma PAZ é possível!


proposta
18/07/2013 - 07h17 - Atualizado em 18/07/2013 - 07h17
Chapa Cuidar da Profissão - Brasil(SP)
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Regionalização e Ampliação da Participação

 O MOVIMENTO PRÁ CUIDAR DA PROFISSÃO tem, ao longo de suas gestões, forjado um espaço de diálogo com a diversidade em todas as suas dimensões, de inserção no campo social, principalmente no que diz respeito à garantia dos direitos humanos. As práticas instituídas por esse movimento são de base democrática, e todas as suas ações vem tornando possível o exercício dialógico da categoria, seja validando os espaços de discussão dando voz e voto em todas as instancias criadas pelo Sistema Conselhos, em espaços livres de manifestação de ideias, seja na construção de referencias para a atuação do psicólogo, com a preocupação de poder consolidar toda participação na construção dos documentos produzidos pelo colegiado do Centro de Referências em Psicologia e Políticas Públicas - Crepop junto à categoria de psicólogas(os).

A gestão participativa deste movimento, tem se pautado na disposição de uma prática voltada para do bem estar coletivo, e engajado em diversas frentes de trabalho na construção de espaços do comum, daquilo que de comum nos captura enquanto coletivo. E é com essa orientação nos trabalhos de consolidação de uma identidade da categoria que se faz prioridade o empoderamento das `Psicologias dos Interiores´, inúmeros comprometimentos do fazer desmedido, e de gestões políticas abusivas vem tornando as praticas de psicólogas e psicólogos  descabidas quanto aos excessos  nos interiores de todo o Brasil.

No exercício do compartilhamento das subjetividades individuais e coletivas, sem a perda de identidade e do que lhe é singular, que se tem encontrado premência na luta deste movimento contra toda a prática discriminatória que traz em seu bojo uma violência resultante de uma assimetria de poder. Acreditamos em uma a prática da psicologia cada vez mais se distante desses fazeres preconceituosos, que o lugar da Psicologia enquanto ciência ou prática seja o espaço da inclusão, do respeito e construção de direito democraticamente construído.  O poder só é legítimo se resultar de uma negociação respeitosa e democrática, e não da violência.

 A construção social dos sistemas simbólicos de uma determinada cultura, a sua manutenção é o que caracteriza a sociedade em si, por meio da interiorização da cultura dominante pelas pessoas. A violência simbólica se traduz pela imposição não percebida, dissimulada dos valores e símbolos de poder que se tornam naturais e inquestionáveis, mas que difundem uma superioridade que descrimina, ridiculariza, humilha e exclui outras culturas concomitantes.



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